Psicologia

21/09/2017

Estudo da UCPel obtém destaque em evento nacional sobre Psicoterapias Cognitivas

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Pesquisa realizada na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) recebeu premiação de melhor apresentação oral no 2º Congresso Wainer para Terapias Cognitivas. Intitulado ‘Terapia Cognitivo-Comportamental para Depressão e seu Impacto Anti-inflamatório’, o estudo que permanece em andamento até junho de 2018 tenta identificar marcadores biológicos relacionados à melhora da depressão.
 
Coordenado pelo professor do curso de Psicologia e do Programa de Pós-graduação em Saúde e Comportamento (PPGSC), Luciano Dias de Mattos Souza, o trabalho recebeu destaque por tentar identificar alterações no sistema anti-inflamatório do corpo humano relacionadas à melhora da depressão. “O estudo pode ajudar a prática clínica através de informações objetivas para a avaliação do diagnóstico do transtorno depressivo e para a identificação da melhora e consequente alta de processos terapêuticos”, explica o docente. 

Participaram do estudo adultos com idades entre 18 e 60 anos. Durante 14 sessões de Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), pessoas com diagnóstico de depressão foram acompanhadas através de instrumentos psicológicos para medir ansiedade e depressão. Também foi realizada a coleta de sangue para verificar alterações no sistema anti-inflamatório do corpo humano antes e depois do tratamento.

Até o momento, metade do material biológico foi analisado. De acordo com o coordenador do estudo, ainda não foi observada melhora na resposta anti-inflamatória dos pacientes. “Apesar disso, as pessoas tratadas com TCC apresentaram melhora dos seus sintomas depressivos. Outros ganhos como melhora dos sintomas biológicos e psicológicos são notados”, comenta.

Além do professor Luciano, são autores do trabalho Carolina David Wiener, Mariane Lopez Molina, Ricardo Azevedo da Silva, Karen Jansen e Jean Pierre Oses. O Congresso Wainer é um evento anual que conta com a participação de palestrantes internacionais e desperta grande interesse de psicólogos e estudantes de todo Brasil. A última edição do evento ocorreu entre os dias 24, 25 e 26 de agosto em Porto Alegre, e contou com mais mil participantes. 

Redação: Rita Wicth – MTB 14101


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Por Portal UCPel

14/09/2017

Qual perfil do professor com transtorno mental comum?

Transtornos mentais comuns (TMC) referem-se aos transtornos de ansiedade, depressão e somatoformes (sintomas físicos que aparecem no indivíduo devido sua condição mental) sendo incluídos sintomas de insônia, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração e esquecimento. Estima-se que a prevalência de TMC na população seja de 25%. Infelizmente esta medida quando observada em grupos de professores escolares vem se apresentando bastante elevada chegando a até 50%. Desta maneira, torna-se relevante estabelecer o perfil do professor que apresenta maior risco para desenvolver o TMC.

O trabalho rotineiro em sala de aula pode causar sobrecarga tanto emocional quanto física, sendo também bastante comum a presença de distúrbios vocais nos professores. Distúrbios vocais são entendidos como rouquidão, perda de voz, desconforto para falar devido a variados fatores como uma possível lesão nas cordas vocais ou até mesmo algum diagnóstico mais complexo.

Um estudo realizado na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) pela doutora fonoaudióloga Luise Marques da Rocha buscou avaliar a ocorrência de casos novos (incidência) de transtornos mentais comuns relacionando com distúrbios vocais em professores do ensino fundamental na cidade de Pelotas.

Este estudo foi dividido em duas partes sendo a primeira etapa com 575 professores foram entrevistados no período de Agosto a Dezembro de 2011. Na segunda parte, os mesmos 575 professores foram chamados no período de Agosto e Dezembro de 2014 e 469 destes participaram.

Os resultados demonstraram que 18% daqueles professores que não apresentaram TMC na primeira etapa, tinham TMC na segunda etapa. O estudo também demonstrou que 23% dos professores apresentavam algum distúrbio vocal. A proporção de casos de transtorno mental comum em professores com algum distúrbio vocal foi 77% maior do que no grupo de professores sem distúrbios vocais. Assim, concluiu-se que os professores com distúrbios vocais têm mais chances de desenvolverem transtornos mentais comuns.

Esse estudo se mostrou inovador devido ao acompanhamento ao longo tempo, sendo um dos primeiros a aprofundar e relacionar na questão de transtornos mentais comuns com distúrbios vocais nessa população.

É importante que os professores tenham uma boa percepção e informação sobre sua voz e estado mental para que possam prevenir possíveis transtornos mentais comuns ou distúrbios vocais de se desenvolverem. Recomenda-se procurar ajuda psicológica e fonoaudiológica tanto para tratamento como prevenção.

Por Núcleo Web
Tags: transtorno

13/09/2017

Cursos da UCPel são apresentados na Semana das Profissões do Colégio São José

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Sabendo que a escolha de uma profissão é um dos momentos mais difíceis para os jovens, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) participou da Semana das Profissões realizada pelo Colégio São José. Os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Direito, Farmácia, Fisioterapia, Odontologia e Psicologia foram os escolhidos para serem apresentados aos estudantes do segundo e terceiro anos do Ensino Médio.

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Alguns dos diferenciais apresentados pela UCPel é sua inserção junto à comunidade, o que possibilita a realização da parte prática desde o primeiro semestre dos cursos de graduação. A coordenadora do curso de Odontologia, professora Patrícia Guerreiro, destacou a nota 5 do curso (nota máxima) conferida pelo Ministério da Educação, assim como o professor do curso de Farmácia, Daniel Schuch, comentou a recente nota 5 da graduação e as mais de 80 áreas de possibilidade de atuação do farmacêutico. 

A coordenadora do curso de Psicologia, Andrea Wagner, explicou aos acadêmicos que a graduação da UCPel é a segunda mais antiga do estado e tem ênfase em saúde mental. A docente ainda destacou a articulação do curso com o Programa de Pós-Graduação em Saúde e Comportamento, possibilitando a iniciação em pesquisa durante a vida acadêmica.   

Entre as oficinas oferecidas, o curso de Arquitetura e Urbanismo promoveu a montagem de uma maquete. Para os alunos do segundo e terceiro anos do Colégio São José, Anderson Caetano, Guilherme Boeira e Gabriel Campelo, a proposta da atividade foi avaliada como interessante. Com a inclinação para prestar Vestibular para o curso de Engenharia Civil, Guilherme já planeja conhecer melhor o curso de Arquitetura. Já Anderson optou pela oficina por ser próxima da área que deseja atuar profissionalmente. “Não sei se quero Engenharia Civil ou Arquitetura”, comentou o estudante. 

Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo, professora Laura Zambrano, a proposta do Colégio São José serviu para divulgar a graduação da UCPel, a tradição da profissão de arquiteto e urbanista e as potencialidades do campo de trabalho. “Mostramos a reponsabilidade que o arquiteto tem em melhorar a qualidade de vida das pessoas tanto em suas casas quanto nas cidades”, comentou. 

Na oficina de Fisioterapia, as acadêmicas da UCPel Emile Lopes e Caroline Bluhn integraram o grupo de orientação de demonstração de algumas atividades promovidas pelo fisioterapeuta. Emile gostou de ter participado da oficina, especialmente porque quando era estudante o projeto da UCPel visitou a sua escola e a ajudou em sua escolha profissional. “É gratificante para nos ajudar nesse momento de decisão, especialmente porque já passamos por isso”, comentou. 

Para a acadêmica Carolina, a oficina auxiliou os estudantes do Colégio São José a conhecerem um pouco mais das diversas formas de atuação do fisioterapeuta. “Nada melhor do que conversar com pessoas que já tiveram as mesmas dúvidas que a gente”, comentou. Na avaliação da estudante do São José, Raíssa Marques, do terceiro ano, a escolha por um curso na área da saúde é certa, mas existe ainda a dúvida de qual graduação escolher. “Sempre gostei de lidar com pessoas e a participação da UCPel ajuda a entender o que cada área faz”, comentou.

Um júri simulado realizado por acadêmicos do curso de Direito e integrantes da Liga Acadêmica de Ciências Criminais (LACC) completou as atividades apresentadas pela UCPel na escola.     

Redação: Rita Wicth - MTB 14101

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Por Portal UCPel

11/09/2017

Caps Escola da UCPel integra programação alusiva ao Setembro Amarelo

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O Centro de Atenção Psicossocial (Caps Escola) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) promove nesta quarta-feira (13), a partir das 8h, conferência destinada à conscientização sobre prevenção ao suicídio. A atividade alusiva ao Setembro Amarelo terá como tema “Suicídio: vamos falar sobre isso” e pretende promover o debate científico e a reflexão sobre o manejo em situações de risco de suicídio.

A primeira roda de conversa do encontro, às 9h, terá como tema Mitos e Verdades sobre o Suicídio. Às 10h30min, o debate estará centrado no tema “Como lidar com a ideação/tentativa de suicídio? Manejo”. Ambas as atividades contarão com a participação de profissionais das áreas de psicologia, medicina, serviço social e enfermagem atuantes no Sistema Público de Saúde. 

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo de alertar a população sobre a realidade do suicídio no Brasil e no mundo. O alerta para a importante data é feita por meio de identificação de locais públicos e particulares com a faixa de cor amarela. 

A conferência é destinada a usuários e trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), comunidade acadêmica e comunidade em geral. A atividade é gratuita e ocorrerá no Auditório Dom Antônio Zattera. O evento é promovido pela UCPel, Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Secretaria Municipal de Saúde, Associação de Usuários/as da Saúde Mental de Pelotas, Coletivo Povaréu Sul, Conselho Municipal da Saúde e Grupo Condutor da Saúde Mental de Pelotas. 


Por Portal UCPel

01/06/2017

Pesquisa do curso de Psicologia da UCPel estuda a obesidade e o ritmo biológico de crianças

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) procurou estudar o ritmo biológico de crianças obesas entre sete e oito anos, matriculadas em 20 escolas municipais sorteadas. O trabalho de conclusão de curso foi realizado por Rafaela Souto e contou com a orientação da professora Karen Jansen.   
Foram avaliadas pelo estudo 371 crianças e seus cuidadores. Destas, 94 crianças eram obesas, sendo 52 meninas e 42 meninos. Os resultados foram relacionados a características do cuidador dessas crianças – de ser obeso - e a dificuldade na manutenção do ritmo biológico.

O estudo descobriu que a presença de obesidade nos cuidadores, bem como maior escolaridade destes, contribuem para o aparecimento de obesidade infantil. Também foi demonstrado que as crianças obesas possuem dificuldades em manter o ritmo biológico. A pesquisa ainda identificou que a cada quatro crianças, uma era obesa. Das crianças avaliadas, 52% apresentou sobrepeso ou obesidade.

A obesidade é uma doença crônica que atinge, atualmente, 41 milhões de crianças no mundo e está associada ao desenvolvimento de outras doenças crônicas como as cardiovasculares, as renais, o diabete tipo 2, a depressão, a hipertensão e o câncer. Também estudos atuais relacionam obesidade e estilo de vida sedentário, crianças com computador e televisão no quarto apresentam maior nível de gordura corporal. Quando não tratada, a criança pode ter dificuldades nas relações sociais, atividades diárias, ter alterações no sono e pular refeições.

O ritmo biológico é definido como o ciclo periódico que acontece na vida de todas as pessoas e outros seres vivos, como, por exemplo, o período do dia em que um indivíduo geralmente dorme. Esses ritmos são necessários para manter a qualidade de vida da pessoa.

Apesar de bastante abrangente, os achados do estudo não investigaram escolas particulares, o que poderia contribuir ainda mais com os níveis de obesidade infantil. Por fim, outra necessidade para possíveis estudos seria incluir crianças de outras faixas etárias.

Por Núcleo Web

26/05/2017

13 Reasons Why: Da ficção à nossa realidade

Atualmente, um dos seriados mais discutidos nas redes sociais tem sido 13 Reasons Why, lançada em março de 2017 pelo serviço de streaming Netflix. Na dramaturgia, a protagonista adolescente comete suicídio e deixa treze fitas cassetes para ser ouvidas por pessoas que ela se relacionava, cada uma contendo um motivo pelo qual a estudante resolveu tirar a própria vida. Infelizmente, o risco de suicídio não é algo raro nesta etapa da vida.

A adolescência, devido a suas diversas mudanças no desenvolvimento humano, é uma das principais épocas onde se observa maiores riscos de suicídio, necessitando de um acompanhamento de perto. Para entender melhor como funciona o processo de ideação suicida, é necessário dividi-lo em pensamento (relacionando a vontade de "não existir"), plano (como a pessoa resolve tirar sua própria vida) e a tentativa propriamente dita.

Em um estudo realizado pela Universidade Católica de Pelotas no ano de 2010, foram entrevistados um total de 960 adolescentes entre 15 e 18 anos (idade geralmente parecida com o dos personagens da série americana). Foi encontrado 7,7% de ideação suicida. Apesar de mais baixo do que em outras cidades, como Porto Alegre, o número ainda é alarmante.

Os dados apontam que estudantes que possuem mãe com baixa escolaridade, sedentarismo (jovens que não fazem exercícios físicos regularmente), uso de álcool e outras substâncias, envolvimento em brigas, bem como baixa escolaridade do próprio adolescente são fatores que podem aumentar a probabilidade de o jovem pensar em tirar a própria vida. Ou seja, jovens com maior vulnerabilidade social talvez manifestem através de outros comportamentos a ideia de fazer mal a si mesmo.

Na série, vários personagens fazem uso de álcool e outras drogas, além de serem expostos a grande violência na escola, fator frequentemente apontado pela personagem principal em suas fitas. A pesquisa realizada pela UCPel coloca que um fator importante para a prevenção do suicídio em adolescentes seria criar estratégias de prevenção que ajudem adolescentes com exposição ou que apresentem comportamentos agressivos, fazem uso de álcool e drogas e apresentem baixa escolaridade.

Por Núcleo Web

26/05/2017

O Jogo Mortal: Baleia Azul e o Pensamento Suicida

Uma notícia falsa de uma jovem que cometeu suicídio na Rússia pelo jogo chamado “Baleia Azul” começou a divulgação internacional de um jogo que acabou se tornando real. Este jogo vem sendo muito comentado por causar a morte de crianças e adolescentes pelo mundo todo. Trata-se de um conjunto de 50 desafios, onde a pessoa que participa do jogo deve segui-los conforme a ordem do “curador”.

Dentre os desafios estão: realizar tarefas as 4:20 da manhã, desenhar uma baleia azul, escrever em uma rede social “#i_am_whale” (que em português significa “Eu sou uma Baleia”), realizar vários cortes e furos nas mãos, braços e lábios (com facas, navalhas e agulhas), subir em locais muito altos e ficar na borda por alguns minutos, não falar com ninguém o dia todo e, o desafio final, é tirar a própria vida. Todas as tarefas são comandadas pelo “cuidador” que investiga sobre o a vida do participante e pede uma foto ao fim de cada tarefa como prova de sua conclusão.

Este jogo está sendo associado ao suicídio de vários jovens, no entanto fontes afirmam ser comum jovens com ideação juntar-se a grupos na internet onde seus participantes têm o mesmo pensamento. A ideação suicida é quando a pessoa tem a intenção de se matar e pensa fortemente sobre isto. O jogo “Baleia Azul” pode ser um destes grupos, mas não é o único e participar de seus desafios são algumas formas de demonstrar o que o jovem está sentindo e, de certa forma, pedir ajuda.

Uma pesquisa realizada em 2005, pelo Programa de Pós-Graduação da UCPel, identificou uma porcentagem importante de adolescentes entre 11 e 15 anos com ideações suicida na cidade de Pelotas-RS. O estudo contou com 1145 adolescentes de partes sorteadas da cidade, dentre estes, 14,1% apresentaram ideação suicida nos trinta dias anteriores a entrevista, ou seja, 146 adolescentes entre 11 e 15 anos pensaram em tirar a própria vida.

Alguns outros fatores também foram investigados e relacionados com as ideações, como ser do sexo feminino, principalmente as sexualmente ativas, usar álcool e drogas bem como ter um provável problema de saúde mental (sintomas depressivos ou Transtorno de Conduta). O Transtorno de Conduta é uma alteração no comportamento onde a criança/adolescente age de forma agressiva, desafiante, contra as regras.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, alguns comportamentos que indicam que a pessoa pensa em tirar a própria vida seriam: Frases de alarme (“não aguento mais”, “eu queria sumir” e “eu quero morrer”), mudanças inesperadas (como perda de interesse por coisas que gostava), problemas de saúde mental e uso de drogas, tentativas anteriores de suicídio, fingir uma melhora inesperada.

Muitas pessoas pensam que estes jovens querem apenas chamar a atenção quando na verdade estão sofrendo intensamente. Deve-se ter cuidado, prestar atenção em sinais que possam estar relacionados a estes pensamentos, não deixar a pessoa sozinha, tirar ferramentas que possam ser perigosas, conversar deixando que a pessoa fale e tomas providências, como buscar a ajuda de profissionais. É importante buscar ajuda precocemente nestas situações. Para isso o Centro de Valorização da Vida (http://www.cvv.org.br/) disponibiliza um telefone para contato de pessoas em sofrimento que pensam em acabar com sua vida – disque 141.

Por Núcleo Web

22/05/2017

Curso de Introdução ao SPSS

O SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) é um aplicativo para computador que executa rapidamente diversos procedimentos estatísticos, estando direcionado para a criação e manuseio de banco de dados, bem como, para a sua análise. O propósito fundamental da análise de dados é organizá-los de tal forma que permitam responder ao problema colocado, e decidir se as hipóteses foram confirmadas ou rejeitadas.

Atualmente, o volume de dados coletados na área da Saúde é cada vez maior, o que torna essencial o domínio de ferramentas computacionais que auxiliem esse trabalho. Diante disso, o objetivo do presente curso de extensão é fornecer informações básicas sobre o pacote estatístico SPSS, para a análise de dados em saúde.

As inscrições estarão disponíveis em http://ucpel.edu.br/extensao/

Por Núcleo Web
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