Psicologia

10/11/2017

UCPel Internacional recebe inscrições para intercâmbio em Portugal

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Estão abertas as inscrições para o Programa de Mobilidade Acadêmica promovido pela UCPel Internacional. Os editais, que podem ser conferidos aqui, oferecem oportunidades de intercâmbio em duas Instituições de Ensino em Portugal. As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de novembro. 

A Universidade Católica de Portugal contempla estudantes de Engenharia deComputação, Filosofia e Psicologia. O Instituto Politécnico de Bragança oferece vagas para os cursos de Enfermagem, Engenharia Civil, Farmácia e Fisioterapia. Para participar o acadêmico deve ser maior de 18 anos, estar devidamente matriculado no curso e ter cursado as disciplinas do primeiro semestre com pelo menos 75% de aprovação. 

No momento da inscrição, o estudante precisa ter o formulário disposto no edital devidamente preenchido e assinado, carteira de identidade e CPF (originais e cópias), passaporte (original e cópia), comprovante de matrícula na UCPel, currículo Lattes ou Vitae atualizado, declaração de autonomia financeira e carta de interesse com justificativa dos motivos do intercâmbio. A documentação deve ser entregue na central de atendimento, no Campus I. 

O aluno ainda poderá solicitar a análise do aproveitamento das atividades realizadas na universidade conveniada, mediante apresentação das versões originais dos conteúdos programáticos das disciplinas e do histórico escolar emitidos pela instituição portuguesa. O aproveitamento deverá ser solicitado por meio da Central de Atendimento antes do período de rematrícula previsto no calendário acadêmico e está condicionado à análise e parecer da coordenação do curso.

O setor de intercâmbio da UCPel fornece todas as orientações necessárias e acompanha a candidatura do aluno nas instituições de ensino escolhidas para o intercâmbio. Outras informações estão disponíveis através do site intercambio.ucpel.edu.br ou pelo telefone 2128-8235. 

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Por Portal UCPel

01/11/2017

Curso de Psicologia da UCPel inscreve para Semana Acadêmica

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O Diretório Acadêmico (DA) do curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) realizará a 33ª Semana Acadêmica da Psicologia. O evento ocorre entre os dias 6 e 10 de novembro, na sala 100k do Prédio Santa Margarida, a partir das 14h. A atividade tem o propósito de trazer visões e estudos que vão além da grade curricular. 

Luta antimanicomial, ouvidores de vozes, parto humanizado e combate ao preconceito serão alguns dos tópicos tratados pelos palestrantes durante a semana de aprendizagem. Para a acadêmica e organizadora da atividade, Kassiélen Rösler, a proposta é dialogar com o estudante e propor novas demandas da carreira. “Precisamos mostrar que um ouvidor de vozes não é um doente mental e também trazer a luta antimanicomial para a nossa realidade”, comenta. 

Além de diversas pautas importantes para o futuro do profissional, a semana acadêmica também apresentará os trabalhos realizados pelos usuários do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS/ Escola). O grupo de teatro ‘Filhos de Tereza’ participará da atividade através da mostra artística de uma de suas peças teatrais. 

O DA também se propõe a apresentar o Diretório Central de Estudantes (DCE) da UCPel para os acadêmicos participantes da atividade. Os representantes do órgão falarão sobre a importância dos movimentos estudantis nas universidades e na sociedade em geral. As inscrições para o evento podem ser feitas no link  http://bit.ly/2gSnvKd 

Vestibular 2018

A UCPel está com inscrições abertas para o Vestibular 2018. Os cursos ofertados são Arquitetura e Urbanismo, Design de Moda, Direito (Matutino e Noturno), Enfermagem (Noturno), Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Farmácia, Filosofia (Noturno - Bacharelado e Licenciatura), Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Pedagogia, Psicologia e Serviço Social.

Na modalidade híbrida - com aulas à distância e presenciais -, são ofertados os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e Tecnologia em Segurança Pública.

Para os cursos de Medicina e Odontologia haverá prova tradicional no dia 26 de novembro. Para os demais cursos, será realizada uma prova de redação com diversos dias e horários disponíveis. 

A nota do Enem também pode ser utilizada como forma de ingresso. Mais informações estão disponíveis no site vestibular.ucpel.edu.br.


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Por Portal UCPel

31/10/2017

Docente da UCPel participa de congresso na Itália

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A professora do curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Lúcia Grigoletti, apresentará um trabalho no X Congreso Internacional sobre la observación de bebés con el método de Ester Bick y sus aplicaciones. O evento ocorre na Itália, em Torino, entre os dias 2 e 5 de novembro. 

A docente participará do congresso através da apresentação do artigo intitulado A falta do olhar suficientemente afetivo: a substituição do olhar parental pelo olhar terceirizado. O trabalho trata sobre a tendência pós-moderna de transferir o olhar de proteção dos pais para terceiros, entendendo esses como pessoas ou tecnologias.   

De acordo com Grigoletti, o propósito de levar o trabalho para um congresso internacional é alertar e prevenir alguns pais que mantém uma rotina de vida muito acelerada e não conseguem se adaptar ao ritmo dos filhos. “Devido à pós-modernidade, há um choque entre o tempo das crianças e dos pais, e um filho demanda um tempo diferenciado”, explica.

O trabalho conseguirá levar um pouco da realidade brasileira para outras culturas. A professora destaca que será possível criar um espaço de reflexão sobre esta temática e outras. “A intenção é trazer novos olhares e recursos de aprendizagem para dentro da UCPel”, finaliza.


Por Portal UCPel

05/10/2017

O uso de substâncias psicoativas para melhoramento no desempenho cognitivo entre estudantes para concursos públicos

A busca pelo reconhecimento social e a pressão por resultados estão contribuindo para que estudantes saudáveis busquem nas drogas psicoativas uma forma de melhorar o desempenho cognitivo e obter destaque.

O aluno da Universidade Católica de Pelotas, Thiago Donassolo, realizou uma pesquisa envolvendo 178 alunos matriculados em cursos preparatórios aos concursos das Magistraturas Federal e Estadual, bem como, para a Procuradoria Pública Estadual. O estudo observou uma alta prevalência de utilização do metilfenidato (Ritalina) entre os participantes tanto ao longo da vida (18,5%) quanto nos últimos 30 dias (8,5%). O trabalho ainda identificou que indivíduos sem justificativa clínica já fizeram uso do medicamento para melhoramento cognitivo.
Questões éticas, morais e legais sobre o uso de melhoradores cognitivos por indivíduos saudáveis estão sendo levantadas em pesquisas internacionais. O benefício cognitivo adquirido pela utilização de medicamentos sem prescrição vem sendo considerado injusto e desleal por parte destas investigações.

Utilizados, sem uma indicação clínica, exclusivamente na intenção de obtenção de um melhoramento no desempenho cognitivo, leva-nos a nos perguntar se, assim como no doping esportivo, esta prática poderia ser considerada com um possível doping no desempenho cognitivo no contexto de concursos públicos.

Por Núcleo Web

03/10/2017

Os níveis de BDNF podem variar em pessoas com depressão e tentativas anteriores de suicídio?

Depressão e ideação suicida são fatores que atingem milhares de pessoas todos os anos. Estudos mostram que suicídio é uma das principais causas de morte de pessoas entre 15 e 45 anos. Por isso, um estudo publicado por Fernanda Moreira e colaboradores no prestigioso jornal científico Psychiatry Research procurou entender diferenças no BDNF de pessoas com depressão e tentativas anteriores de suicídio.

O BDNF (Brain-derived neurotrophic fator / Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro) pode ser entendido como uma substância presente em todos os seres humanos, responsável por ajudar diversas reações nos neurônios, especialmente as relacionadas com sua sobrevivência e com a formação de novos neurônios. Também ajuda na ativação de diversas áreas importantes do cérebro, como aquelas relacionadas a memória, aprendizado e pensamento, por exemplo.

O estudo contou com a participação de 1380 participantes, homens e mulheres, realizado entre os anos de 2011 e 2012 na cidade de Pelotas. Destes, 147 foram selecionados e divididos em três grupos de 49 pessoas: O primeiro, de pessoas sem transtorno mental; o segundo composto por pessoas unicamente com depressão sem histórico de tentativa de suicídio; e um último grupo de pessoas com depressão e tentativa anterior de suicídio.

Como resultados, se descobriu que pessoas com depressão e depressão com tentativa anterior de suicídio possuem níveis significantemente menores de BDNF do que em pessoas saudáveis, confirmando que pessoas que sofrem do transtorno podem ter diversos prejuízos cerebrais durante a vida. Assim, o BDNF se apresentou como marcador biológico da depressão na amostra estudada e não da tentativa de suicídio.

No mês passado, o Ministério da Saúde promoveu a campanha Setembro Amarelo de Prevenção ao Suicídio, com o objetivo de reduzir a ideação suicida da população. A campanha divulgou diversas informações a promoveu diversas ações preventivas nos municípios. Você pode obter mais informações neste link: http://www.setembroamarelo.org.br/.

Caso você acredite possuir sintomas depressivos ou ideação suicida (qualquer vontade de fazer mal a si próprio), recomendamos que procure a Unidade Básica de Saúde (Posto de Saúde) da sua região, ou o Campus de Saúde da UCPel, no endereço Av. Fernando Osório, 1586. 


Por Núcleo Web
Tags: depressao

14/09/2017

Qual perfil do professor com transtorno mental comum?

Transtornos mentais comuns (TMC) referem-se aos transtornos de ansiedade, depressão e somatoformes (sintomas físicos que aparecem no indivíduo devido sua condição mental) sendo incluídos sintomas de insônia, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração e esquecimento. Estima-se que a prevalência de TMC na população seja de 25%. Infelizmente esta medida quando observada em grupos de professores escolares vem se apresentando bastante elevada chegando a até 50%. Desta maneira, torna-se relevante estabelecer o perfil do professor que apresenta maior risco para desenvolver o TMC.

O trabalho rotineiro em sala de aula pode causar sobrecarga tanto emocional quanto física, sendo também bastante comum a presença de distúrbios vocais nos professores. Distúrbios vocais são entendidos como rouquidão, perda de voz, desconforto para falar devido a variados fatores como uma possível lesão nas cordas vocais ou até mesmo algum diagnóstico mais complexo.

Um estudo realizado na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) pela doutora fonoaudióloga Luise Marques da Rocha buscou avaliar a ocorrência de casos novos (incidência) de transtornos mentais comuns relacionando com distúrbios vocais em professores do ensino fundamental na cidade de Pelotas.

Este estudo foi dividido em duas partes sendo a primeira etapa com 575 professores foram entrevistados no período de Agosto a Dezembro de 2011. Na segunda parte, os mesmos 575 professores foram chamados no período de Agosto e Dezembro de 2014 e 469 destes participaram.

Os resultados demonstraram que 18% daqueles professores que não apresentaram TMC na primeira etapa, tinham TMC na segunda etapa. O estudo também demonstrou que 23% dos professores apresentavam algum distúrbio vocal. A proporção de casos de transtorno mental comum em professores com algum distúrbio vocal foi 77% maior do que no grupo de professores sem distúrbios vocais. Assim, concluiu-se que os professores com distúrbios vocais têm mais chances de desenvolverem transtornos mentais comuns.

Esse estudo se mostrou inovador devido ao acompanhamento ao longo tempo, sendo um dos primeiros a aprofundar e relacionar na questão de transtornos mentais comuns com distúrbios vocais nessa população.

É importante que os professores tenham uma boa percepção e informação sobre sua voz e estado mental para que possam prevenir possíveis transtornos mentais comuns ou distúrbios vocais de se desenvolverem. Recomenda-se procurar ajuda psicológica e fonoaudiológica tanto para tratamento como prevenção.

Por Núcleo Web
Tags: transtorno

01/06/2017

Pesquisa do curso de Psicologia da UCPel estuda a obesidade e o ritmo biológico de crianças

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) procurou estudar o ritmo biológico de crianças obesas entre sete e oito anos, matriculadas em 20 escolas municipais sorteadas. O trabalho de conclusão de curso foi realizado por Rafaela Souto e contou com a orientação da professora Karen Jansen.   
Foram avaliadas pelo estudo 371 crianças e seus cuidadores. Destas, 94 crianças eram obesas, sendo 52 meninas e 42 meninos. Os resultados foram relacionados a características do cuidador dessas crianças – de ser obeso - e a dificuldade na manutenção do ritmo biológico.

O estudo descobriu que a presença de obesidade nos cuidadores, bem como maior escolaridade destes, contribuem para o aparecimento de obesidade infantil. Também foi demonstrado que as crianças obesas possuem dificuldades em manter o ritmo biológico. A pesquisa ainda identificou que a cada quatro crianças, uma era obesa. Das crianças avaliadas, 52% apresentou sobrepeso ou obesidade.

A obesidade é uma doença crônica que atinge, atualmente, 41 milhões de crianças no mundo e está associada ao desenvolvimento de outras doenças crônicas como as cardiovasculares, as renais, o diabete tipo 2, a depressão, a hipertensão e o câncer. Também estudos atuais relacionam obesidade e estilo de vida sedentário, crianças com computador e televisão no quarto apresentam maior nível de gordura corporal. Quando não tratada, a criança pode ter dificuldades nas relações sociais, atividades diárias, ter alterações no sono e pular refeições.

O ritmo biológico é definido como o ciclo periódico que acontece na vida de todas as pessoas e outros seres vivos, como, por exemplo, o período do dia em que um indivíduo geralmente dorme. Esses ritmos são necessários para manter a qualidade de vida da pessoa.

Apesar de bastante abrangente, os achados do estudo não investigaram escolas particulares, o que poderia contribuir ainda mais com os níveis de obesidade infantil. Por fim, outra necessidade para possíveis estudos seria incluir crianças de outras faixas etárias.

Por Núcleo Web

26/05/2017

13 Reasons Why: Da ficção à nossa realidade

Atualmente, um dos seriados mais discutidos nas redes sociais tem sido 13 Reasons Why, lançada em março de 2017 pelo serviço de streaming Netflix. Na dramaturgia, a protagonista adolescente comete suicídio e deixa treze fitas cassetes para ser ouvidas por pessoas que ela se relacionava, cada uma contendo um motivo pelo qual a estudante resolveu tirar a própria vida. Infelizmente, o risco de suicídio não é algo raro nesta etapa da vida.

A adolescência, devido a suas diversas mudanças no desenvolvimento humano, é uma das principais épocas onde se observa maiores riscos de suicídio, necessitando de um acompanhamento de perto. Para entender melhor como funciona o processo de ideação suicida, é necessário dividi-lo em pensamento (relacionando a vontade de "não existir"), plano (como a pessoa resolve tirar sua própria vida) e a tentativa propriamente dita.

Em um estudo realizado pela Universidade Católica de Pelotas no ano de 2010, foram entrevistados um total de 960 adolescentes entre 15 e 18 anos (idade geralmente parecida com o dos personagens da série americana). Foi encontrado 7,7% de ideação suicida. Apesar de mais baixo do que em outras cidades, como Porto Alegre, o número ainda é alarmante.

Os dados apontam que estudantes que possuem mãe com baixa escolaridade, sedentarismo (jovens que não fazem exercícios físicos regularmente), uso de álcool e outras substâncias, envolvimento em brigas, bem como baixa escolaridade do próprio adolescente são fatores que podem aumentar a probabilidade de o jovem pensar em tirar a própria vida. Ou seja, jovens com maior vulnerabilidade social talvez manifestem através de outros comportamentos a ideia de fazer mal a si mesmo.

Na série, vários personagens fazem uso de álcool e outras drogas, além de serem expostos a grande violência na escola, fator frequentemente apontado pela personagem principal em suas fitas. A pesquisa realizada pela UCPel coloca que um fator importante para a prevenção do suicídio em adolescentes seria criar estratégias de prevenção que ajudem adolescentes com exposição ou que apresentem comportamentos agressivos, fazem uso de álcool e drogas e apresentem baixa escolaridade.

Por Núcleo Web

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