Psicologia

10/08/2017

UCPel promove aula inaugural para discutir a bioética na sociedade

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O Centro de Ciências da Saúde e o Instituto Superior de Formação Humanística da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) promovem uma aula inaugural, intitulada “Bioética em tempos de incertezas”. A atividade será ministrada pelo professor Dr. Léo Pessini, e ocorrerá dia 22 de agosto, às 19h na sala 425C. 

O docente, uma das maiores autoridades em bioética do país, tratará sobre a temática que aborda diversos pontos de vista sobre dilemas morais, científicos e sociais. O diretor do Instituto Superior de Formação Humanística, padre Flávio Martinez, adianta que Pessini irá pontuar os critérios da bioética que podem ser tomados no contexto atual da sociedade. 

O palestrante é graduado em Filosofia pelo Centro Universitário Nossa Senhora da Assunção e em Teologia pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma. Mestre e doutor em Teologia Moral pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP) e pós-doutor em Bioética pelo Centro de Bioética James Drane da Edinboro University of Pennsylvania (EUA). Atualmente é professor colaborador da Universidade do Vale Sapucaí (UNIVÁS). 

A atividade é aberta aos demais professores e alunos da UCPel.

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Por Portal UCPel

19/07/2017

Caps Escola comemora o dia do amigo com festa nesta quinta-feira (20)

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O Centro de Atenção Psicossocial (Caps Escola) da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) comemora nesta quinta-feira (20) o dia do amigo com os demais Caps da cidade na festa, intitulada Retrômental. O tradicional encontro é um momento para fortalecer vínculos e promover a inserção social dos participantes e trabalhadores da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município. A atividade inicia às 14h e ocorrerá na Associação dos Ex-Funcionários da CTMR (AEFCTMR), rua Barão de Santa Tecla, 253. 

Devido ao sucesso de edições anteriores, neste ano a festa também será temática. A proposta é que os participantes escolham uma fantasia utilizada em celebrações anteriores ou que produziram algum tipo de memória. Na programação do evento constam desfile de fantasias e memórias, apresentações do grupo musical do Caps Escola Felizarte, presença do grupo musical convidado "Los Lokos", Aulão de Dança do Despacito, painéis com exposição de fantasias e fotos das festas passadas.

O encontro ainda servirá para comemorar os 16 anos do serviço. “Os Caps completam 16 anos de funcionamento e de luta por uma sociedade melhor, mais digna, mais cidadã e inclusiva”, avalia a coordenadora do Caps Escola, Márcia de Almeida Rodrigues. A Festa do Amigo compõe o calendário de festividades dos serviços. 

O Caps Escola é mantido em parceria entre UCPel e Prefeitura Municipal e tem como missão garantir uma formação acadêmica para diferentes cursos, a partir do modelo psicossocial de cuidado que se dá num lugar aberto, com atendimento humanizado e personalizado em que a liberdade é terapêutica. Realizam estágios profissionalizantes e práticas diversas os cursos de Psicologia, Serviço Social, Enfermagem, Medicina, Fisioterapia, entre outros. O Caps Escola compõe a RAPS de Pelotas e atende moradores dos território centro, Arco Iris, Cohab Tablada, Sanga Funda, Jardim das Tradições, adjacências e zona rural de Pelotas


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Por Portal UCPel

11/07/2017

Professora da UCPel participa do I Seminário ABRAMD SUL/RS

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A professora do curso de Psicologia, Carmen Lopes, representou a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) no I Seminário da Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Drogas (ABRAMD SUL/RS.) O evento contou com o patrocínio do Conselho Regional de Psicologia (CRP/RS) e ocorreu na cidade de Porto Alegre entre os dias 7 e 8 de julho. 

O objetivo do evento foi proporcionar um espaço coletivo e interdisciplinar de problematização e discussão com foco na importância da defesa dos direitos humanos. Nesse cenário, os participantes destacaram os direitos dos usuários de substâncias psicoativas e as defesas das políticas públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Reforma Psiquiátrica e Redução de Danos. 

A ABRAMD reúne profissionais de diferentes áreas engajados no debate de temas nacionais ligados ao consumo de álcool e outras drogas. A docente representou a UCPel na coordenação do grupo de trabalho e fundação da setorial na Região Sul na cidade de Porto Alegre. 


Por Portal UCPel

01/06/2017

Pesquisa do curso de Psicologia da UCPel estuda a obesidade e o ritmo biológico de crianças

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) procurou estudar o ritmo biológico de crianças obesas entre sete e oito anos, matriculadas em 20 escolas municipais sorteadas. O trabalho de conclusão de curso foi realizado por Rafaela Souto e contou com a orientação da professora Karen Jansen.   
Foram avaliadas pelo estudo 371 crianças e seus cuidadores. Destas, 94 crianças eram obesas, sendo 52 meninas e 42 meninos. Os resultados foram relacionados a características do cuidador dessas crianças – de ser obeso - e a dificuldade na manutenção do ritmo biológico.

O estudo descobriu que a presença de obesidade nos cuidadores, bem como maior escolaridade destes, contribuem para o aparecimento de obesidade infantil. Também foi demonstrado que as crianças obesas possuem dificuldades em manter o ritmo biológico. A pesquisa ainda identificou que a cada quatro crianças, uma era obesa. Das crianças avaliadas, 52% apresentou sobrepeso ou obesidade.

A obesidade é uma doença crônica que atinge, atualmente, 41 milhões de crianças no mundo e está associada ao desenvolvimento de outras doenças crônicas como as cardiovasculares, as renais, o diabete tipo 2, a depressão, a hipertensão e o câncer. Também estudos atuais relacionam obesidade e estilo de vida sedentário, crianças com computador e televisão no quarto apresentam maior nível de gordura corporal. Quando não tratada, a criança pode ter dificuldades nas relações sociais, atividades diárias, ter alterações no sono e pular refeições.

O ritmo biológico é definido como o ciclo periódico que acontece na vida de todas as pessoas e outros seres vivos, como, por exemplo, o período do dia em que um indivíduo geralmente dorme. Esses ritmos são necessários para manter a qualidade de vida da pessoa.

Apesar de bastante abrangente, os achados do estudo não investigaram escolas particulares, o que poderia contribuir ainda mais com os níveis de obesidade infantil. Por fim, outra necessidade para possíveis estudos seria incluir crianças de outras faixas etárias.

Por Núcleo Web

26/05/2017

13 Reasons Why: Da ficção à nossa realidade

Atualmente, um dos seriados mais discutidos nas redes sociais tem sido 13 Reasons Why, lançada em março de 2017 pelo serviço de streaming Netflix. Na dramaturgia, a protagonista adolescente comete suicídio e deixa treze fitas cassetes para ser ouvidas por pessoas que ela se relacionava, cada uma contendo um motivo pelo qual a estudante resolveu tirar a própria vida. Infelizmente, o risco de suicídio não é algo raro nesta etapa da vida.

A adolescência, devido a suas diversas mudanças no desenvolvimento humano, é uma das principais épocas onde se observa maiores riscos de suicídio, necessitando de um acompanhamento de perto. Para entender melhor como funciona o processo de ideação suicida, é necessário dividi-lo em pensamento (relacionando a vontade de "não existir"), plano (como a pessoa resolve tirar sua própria vida) e a tentativa propriamente dita.

Em um estudo realizado pela Universidade Católica de Pelotas no ano de 2010, foram entrevistados um total de 960 adolescentes entre 15 e 18 anos (idade geralmente parecida com o dos personagens da série americana). Foi encontrado 7,7% de ideação suicida. Apesar de mais baixo do que em outras cidades, como Porto Alegre, o número ainda é alarmante.

Os dados apontam que estudantes que possuem mãe com baixa escolaridade, sedentarismo (jovens que não fazem exercícios físicos regularmente), uso de álcool e outras substâncias, envolvimento em brigas, bem como baixa escolaridade do próprio adolescente são fatores que podem aumentar a probabilidade de o jovem pensar em tirar a própria vida. Ou seja, jovens com maior vulnerabilidade social talvez manifestem através de outros comportamentos a ideia de fazer mal a si mesmo.

Na série, vários personagens fazem uso de álcool e outras drogas, além de serem expostos a grande violência na escola, fator frequentemente apontado pela personagem principal em suas fitas. A pesquisa realizada pela UCPel coloca que um fator importante para a prevenção do suicídio em adolescentes seria criar estratégias de prevenção que ajudem adolescentes com exposição ou que apresentem comportamentos agressivos, fazem uso de álcool e drogas e apresentem baixa escolaridade.

Por Núcleo Web

26/05/2017

O Jogo Mortal: Baleia Azul e o Pensamento Suicida

Uma notícia falsa de uma jovem que cometeu suicídio na Rússia pelo jogo chamado “Baleia Azul” começou a divulgação internacional de um jogo que acabou se tornando real. Este jogo vem sendo muito comentado por causar a morte de crianças e adolescentes pelo mundo todo. Trata-se de um conjunto de 50 desafios, onde a pessoa que participa do jogo deve segui-los conforme a ordem do “curador”.

Dentre os desafios estão: realizar tarefas as 4:20 da manhã, desenhar uma baleia azul, escrever em uma rede social “#i_am_whale” (que em português significa “Eu sou uma Baleia”), realizar vários cortes e furos nas mãos, braços e lábios (com facas, navalhas e agulhas), subir em locais muito altos e ficar na borda por alguns minutos, não falar com ninguém o dia todo e, o desafio final, é tirar a própria vida. Todas as tarefas são comandadas pelo “cuidador” que investiga sobre o a vida do participante e pede uma foto ao fim de cada tarefa como prova de sua conclusão.

Este jogo está sendo associado ao suicídio de vários jovens, no entanto fontes afirmam ser comum jovens com ideação juntar-se a grupos na internet onde seus participantes têm o mesmo pensamento. A ideação suicida é quando a pessoa tem a intenção de se matar e pensa fortemente sobre isto. O jogo “Baleia Azul” pode ser um destes grupos, mas não é o único e participar de seus desafios são algumas formas de demonstrar o que o jovem está sentindo e, de certa forma, pedir ajuda.

Uma pesquisa realizada em 2005, pelo Programa de Pós-Graduação da UCPel, identificou uma porcentagem importante de adolescentes entre 11 e 15 anos com ideações suicida na cidade de Pelotas-RS. O estudo contou com 1145 adolescentes de partes sorteadas da cidade, dentre estes, 14,1% apresentaram ideação suicida nos trinta dias anteriores a entrevista, ou seja, 146 adolescentes entre 11 e 15 anos pensaram em tirar a própria vida.

Alguns outros fatores também foram investigados e relacionados com as ideações, como ser do sexo feminino, principalmente as sexualmente ativas, usar álcool e drogas bem como ter um provável problema de saúde mental (sintomas depressivos ou Transtorno de Conduta). O Transtorno de Conduta é uma alteração no comportamento onde a criança/adolescente age de forma agressiva, desafiante, contra as regras.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, alguns comportamentos que indicam que a pessoa pensa em tirar a própria vida seriam: Frases de alarme (“não aguento mais”, “eu queria sumir” e “eu quero morrer”), mudanças inesperadas (como perda de interesse por coisas que gostava), problemas de saúde mental e uso de drogas, tentativas anteriores de suicídio, fingir uma melhora inesperada.

Muitas pessoas pensam que estes jovens querem apenas chamar a atenção quando na verdade estão sofrendo intensamente. Deve-se ter cuidado, prestar atenção em sinais que possam estar relacionados a estes pensamentos, não deixar a pessoa sozinha, tirar ferramentas que possam ser perigosas, conversar deixando que a pessoa fale e tomas providências, como buscar a ajuda de profissionais. É importante buscar ajuda precocemente nestas situações. Para isso o Centro de Valorização da Vida (http://www.cvv.org.br/) disponibiliza um telefone para contato de pessoas em sofrimento que pensam em acabar com sua vida – disque 141.

Por Núcleo Web

22/05/2017

Curso de Introdução ao SPSS

O SPSS (Statistical Package for the Social Sciences) é um aplicativo para computador que executa rapidamente diversos procedimentos estatísticos, estando direcionado para a criação e manuseio de banco de dados, bem como, para a sua análise. O propósito fundamental da análise de dados é organizá-los de tal forma que permitam responder ao problema colocado, e decidir se as hipóteses foram confirmadas ou rejeitadas.

Atualmente, o volume de dados coletados na área da Saúde é cada vez maior, o que torna essencial o domínio de ferramentas computacionais que auxiliem esse trabalho. Diante disso, o objetivo do presente curso de extensão é fornecer informações básicas sobre o pacote estatístico SPSS, para a análise de dados em saúde.

As inscrições estarão disponíveis em http://ucpel.edu.br/extensao/

Por Núcleo Web
Tags: curso

09/05/2017

Estudo da UCPel relaciona traumas emocionais na infância com o risco de suicídio em pessoas com depressão

O Transtorno Depressivo Maior é uma doença mental que pode ser causada por motivos psicológicos, sociais ou biológicos. Também conhecido apenas por “depressão”, seus principais sintomas são tristeza, perda de interesse pelas coisas, mudanças indesejadas no peso, sono, cansaço, sentir-se sem valor, entre outros.

Ideias recorrentes de morte ou de suicídio são frequentes neste contexto aumentando o risco de o paciente acabar com sua vida. Risco de suicídio é quando uma pessoa tem um pensamento ou comportamento de fazer mal a si mesma, de querer acabar com a sua vida. Já era conhecido na literatura que os traumas na infância aumentam o risco de suicídio. Mas será que alguns tipos de trauma aumentam mais do que outros, especialmente naqueles pacientes que já estão em depressão? As experiências de sofrimento que a pesquisa investigou foram a falta de cuidado (físico e emocional) e abusos (emocional e físico) e abuso sexual.

Em um estudo realizado na Universidade Católica de Pelotas (UCPel), foi descoberto que diferentes tipos de sofrimentos na infância estão relacionados com risco de suicídio em pessoas portadoras de Transtorno Depressivo Maior, representando um aumento do risco de suicídio.  

Contando com 473 pessoas entre 18 e 60 anos com diagnóstico de Transtorno Depressivo Maior (sendo a maioria mulheres), a pesquisa identificou 77 deprimidos com risco de suicídio, e também relacionou condições ambientais e históricas destes pacientes. A mãe ter tentado suicídio, a classificação socioeconômica mais baixa e o uso de drogas ilícitas poderiam estar relacionados ao risco de suicídio. Percebeu-se também, que há relação entre o risco de suicídio e baixa idade e escolaridade da pessoa com depressão.

Já sobre o trauma na infância, notou-se que há relação entre sofrimento emocional na infância e risco de suicídio em pessoas com depressão. A alta intensidade de experiências de falta de cuidado emocional, abuso emocional e abuso sexual estão mais relacionados ao risco de suicídio nestes pacientes. 

Antes deste estudo, poucos trabalhos foram publicados sobre o tema. O trabalho publicado na revista científica “Psychiatry Research” indica que o suicídio pode ser considerado como uma das últimas estratégias de "lidar" com a depressão. Desta forma, profissionais da saúde que acolherem pessoas com depressão precisam ficar atentos ao relato de seus pacientes sobre experiências emocionais traumáticas na infância, com o objetivo de avaliar o real risco de suicídios e evitar comportamentos suicidas.

Por Núcleo Web
Tags: depressão

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