Psicologia

17/10/2017

LEPS Cidades Seguras e Saúde Mental promove aula aberta de Políticas Setoriais

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O Laboratório de Estudos Psicossociais (LEPS) Cidades Seguras e Saúde Mental da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) promove Aula Aberta de Políticas Setoriais na próxima sexta-feira (20). A atividade será ministrada pela professora do Programa de Pós-graduação de Política Social (PPGPS) e coordenadora do LEPS Cidades Seguras e Saúde Mental, Márcia Esteves de Calazans. A aula será realizada na Charqueada São João, com saída do Campus I da UCPel às 14h.  

A atividade visa uma maior integração entre o PPGPS, os alunos de graduação e a comunidade em geral. O encontro já tem a garantia da presença dos alunos da graduação em Psicologia e mestrandos e doutorandos do PPGPS. Diversos textos serão discutidos em aula sobre obras que reúnem autores e autoras negras e tencionam as relações raciais e de gênero no Brasil na perspectiva decolonial. 

De acordo com a coordenadora do LEPS Cidades Seguras e Saúde Mental, Márcia Esteves Calazans, este formato de atividade e conteúdo tem o propósito de colocar os interessados em contato com determinados autores. “É importante tratar desta temática e nesta perspectiva, pois visa maior inclusão e traz narrativas excluídas historicamente dos bancos escolares”, destaca.

O LEPS Cidades Seguras e Saúde Mental tem como objetivo principal a pesquisa e o estudo da segurança e a saúde mental como um direito social - fundamento do Estado democrático de direito. Também busca contextualizar a segurança na resolução dos eventuais conflitos sociais, sustentando a possibilidade de resgate concreto dos direitos e garantias fundamentais, com ênfase ao direito fundamental social à cidade e à saúde mental.

A aula também será uma oportunidade de começar o recrutamento e seleção de futuros membros do LEPS Cidades Seguras e Saúde Mental, bolsistas de iniciação científica e voluntários.

Vestibular 2018

A UCPel está com inscrições abertas para o Vestibular 2018. Os cursos ofertados são Administração, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Design de Moda, Direito (Matutino e Noturno), Enfermagem (Noturno), Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Farmácia, Filosofia (Noturno - Bacharelado e Licenciatura), Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Pedagogia, Psicologia e Serviço Social. Para os cursos de Medicina e Odontologia haverá prova tradicional no dia 26 de novembro. Para os demais cursos, será realizada uma prova de redação com diversos dias e horários. A nota do Enem também pode ser utilizada como forma de ingresso. Mais informações estão disponíveis no site vestibular.ucpel.edu.br.

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Por Portal UCPel

11/10/2017

Docente da UCPel participa de evento sobre Socioeducação

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A professora do curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Rosane Feijó, participou como palestrante do evento Caravana da Socioeducação da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Fase). A atividade teve como principal objetivo fomentar a rede de trabalho dos agentes de atendimento a criança e adolescente, além de divulgar as ações realizadas com os jovens atendidos nas unidades do estado.

Em sua fala, a docente abordou o tema “Motivação dentro do contexto do trabalho: o que fazer para manter a motivação e boa relação interpessoal”. O evento faz parte de uma série de encontros promovidos por Instituições em diversos municípios do Estado, que visam difundir informações sobre a Fase, suas práticas socioeducativas, além de fomentar o trabalho da rede no atendimento em meio aberto. 

A Caravana da Socioeducação ocorreu no dia 03 de outubro no Auditório Dom Antônio Zattera e já passou pelas cidades de Uruguaiana e Santa Maria. Até 2018, passará também pelas cidades de Passo Fundo, Caxias do Sul, Santo Ângelo, Novo Hamburgo e Porto Alegre.

Redação: Alisson Lopes 


Por Portal UCPel

05/10/2017

O uso de substâncias psicoativas para melhoramento no desempenho cognitivo entre estudantes para concursos públicos

A busca pelo reconhecimento social e a pressão por resultados estão contribuindo para que estudantes saudáveis busquem nas drogas psicoativas uma forma de melhorar o desempenho cognitivo e obter destaque.

O aluno da Universidade Católica de Pelotas, Thiago Donassolo, realizou uma pesquisa envolvendo 178 alunos matriculados em cursos preparatórios aos concursos das Magistraturas Federal e Estadual, bem como, para a Procuradoria Pública Estadual. O estudo observou uma alta prevalência de utilização do metilfenidato (Ritalina) entre os participantes tanto ao longo da vida (18,5%) quanto nos últimos 30 dias (8,5%). O trabalho ainda identificou que indivíduos sem justificativa clínica já fizeram uso do medicamento para melhoramento cognitivo.
Questões éticas, morais e legais sobre o uso de melhoradores cognitivos por indivíduos saudáveis estão sendo levantadas em pesquisas internacionais. O benefício cognitivo adquirido pela utilização de medicamentos sem prescrição vem sendo considerado injusto e desleal por parte destas investigações.

Utilizados, sem uma indicação clínica, exclusivamente na intenção de obtenção de um melhoramento no desempenho cognitivo, leva-nos a nos perguntar se, assim como no doping esportivo, esta prática poderia ser considerada com um possível doping no desempenho cognitivo no contexto de concursos públicos.

Por Núcleo Web

03/10/2017

Os níveis de BDNF podem variar em pessoas com depressão e tentativas anteriores de suicídio?

Depressão e ideação suicida são fatores que atingem milhares de pessoas todos os anos. Estudos mostram que suicídio é uma das principais causas de morte de pessoas entre 15 e 45 anos. Por isso, um estudo publicado por Fernanda Moreira e colaboradores no prestigioso jornal científico Psychiatry Research procurou entender diferenças no BDNF de pessoas com depressão e tentativas anteriores de suicídio.

O BDNF (Brain-derived neurotrophic fator / Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro) pode ser entendido como uma substância presente em todos os seres humanos, responsável por ajudar diversas reações nos neurônios, especialmente as relacionadas com sua sobrevivência e com a formação de novos neurônios. Também ajuda na ativação de diversas áreas importantes do cérebro, como aquelas relacionadas a memória, aprendizado e pensamento, por exemplo.

O estudo contou com a participação de 1380 participantes, homens e mulheres, realizado entre os anos de 2011 e 2012 na cidade de Pelotas. Destes, 147 foram selecionados e divididos em três grupos de 49 pessoas: O primeiro, de pessoas sem transtorno mental; o segundo composto por pessoas unicamente com depressão sem histórico de tentativa de suicídio; e um último grupo de pessoas com depressão e tentativa anterior de suicídio.

Como resultados, se descobriu que pessoas com depressão e depressão com tentativa anterior de suicídio possuem níveis significantemente menores de BDNF do que em pessoas saudáveis, confirmando que pessoas que sofrem do transtorno podem ter diversos prejuízos cerebrais durante a vida. Assim, o BDNF se apresentou como marcador biológico da depressão na amostra estudada e não da tentativa de suicídio.

No mês passado, o Ministério da Saúde promoveu a campanha Setembro Amarelo de Prevenção ao Suicídio, com o objetivo de reduzir a ideação suicida da população. A campanha divulgou diversas informações a promoveu diversas ações preventivas nos municípios. Você pode obter mais informações neste link: http://www.setembroamarelo.org.br/.

Caso você acredite possuir sintomas depressivos ou ideação suicida (qualquer vontade de fazer mal a si próprio), recomendamos que procure a Unidade Básica de Saúde (Posto de Saúde) da sua região, ou o Campus de Saúde da UCPel, no endereço Av. Fernando Osório, 1586. 


Por Núcleo Web
Tags: depressao

27/09/2017

Acadêmicas da UCPel embarcam para realizar intercâmbio em Portugal

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O sonho de estudar no exterior está começando a se tornar realidade para acadêmicas dos cursos de Design de Moda e Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). As estudantes embarcaram para Portugal e serão acolhidas pelas universidades parceiras da UCPel.

Júlia Paiva, acadêmica da Psicologia cursará disciplinas do curso na Universidade Católica Portuguesa (UCP), em Lisboa. As estudantes de Design de Moda, Francine Camargo, Joanna Ramos, Sendy Barboza e Thayse Vaz irão para a Universidade da Beira Interior (UBI), localizada na cidade da Covilhã.

De acordo com a acadêmica Júlia, as expectativas para enfrentar a nova experiência são grandes. “Ter a oportunidade de conhecer novas culturas, costumes e outra visão da Psicologia fará com que eu consiga agregar mais conhecimento pessoal e profissional”, comenta.

As estudantes realizam o intercâmbio por meio do Programa de Mobilidade Estudantil. A UCPel se disponibiliza a fazer o contato com as universidades e auxilia o intercambista em todo o processo burocrático. “Entrei em contato com a UCPel e fui acolhida desde o princípio da ideia até a efetivação da minha matrícula”, afirma a acadêmica sobre os serviços prestados pela Universidade.

A UCPel possui convênios de cooperação com 18 universidades estrangeiras e auxilia em todo procedimento de matrícula na instituição. Devido à parceria com as instituições, o aluno intercambista fica isento de mensalidades e matrícula e se responsabiliza pelos investimentos com alojamento e alimentação.

Os acadêmicos interessados em vivenciar esta experiência devem entrar em contato com o setor UCPel Internacional – Mobilidade Acadêmica e Cooperação Internacional, através do email intercambio@ucpel.edu.br.


Por Portal UCPel

14/09/2017

Qual perfil do professor com transtorno mental comum?

Transtornos mentais comuns (TMC) referem-se aos transtornos de ansiedade, depressão e somatoformes (sintomas físicos que aparecem no indivíduo devido sua condição mental) sendo incluídos sintomas de insônia, irritabilidade, cansaço, dificuldade de concentração e esquecimento. Estima-se que a prevalência de TMC na população seja de 25%. Infelizmente esta medida quando observada em grupos de professores escolares vem se apresentando bastante elevada chegando a até 50%. Desta maneira, torna-se relevante estabelecer o perfil do professor que apresenta maior risco para desenvolver o TMC.

O trabalho rotineiro em sala de aula pode causar sobrecarga tanto emocional quanto física, sendo também bastante comum a presença de distúrbios vocais nos professores. Distúrbios vocais são entendidos como rouquidão, perda de voz, desconforto para falar devido a variados fatores como uma possível lesão nas cordas vocais ou até mesmo algum diagnóstico mais complexo.

Um estudo realizado na Universidade Católica de Pelotas (UCPel) pela doutora fonoaudióloga Luise Marques da Rocha buscou avaliar a ocorrência de casos novos (incidência) de transtornos mentais comuns relacionando com distúrbios vocais em professores do ensino fundamental na cidade de Pelotas.

Este estudo foi dividido em duas partes sendo a primeira etapa com 575 professores foram entrevistados no período de Agosto a Dezembro de 2011. Na segunda parte, os mesmos 575 professores foram chamados no período de Agosto e Dezembro de 2014 e 469 destes participaram.

Os resultados demonstraram que 18% daqueles professores que não apresentaram TMC na primeira etapa, tinham TMC na segunda etapa. O estudo também demonstrou que 23% dos professores apresentavam algum distúrbio vocal. A proporção de casos de transtorno mental comum em professores com algum distúrbio vocal foi 77% maior do que no grupo de professores sem distúrbios vocais. Assim, concluiu-se que os professores com distúrbios vocais têm mais chances de desenvolverem transtornos mentais comuns.

Esse estudo se mostrou inovador devido ao acompanhamento ao longo tempo, sendo um dos primeiros a aprofundar e relacionar na questão de transtornos mentais comuns com distúrbios vocais nessa população.

É importante que os professores tenham uma boa percepção e informação sobre sua voz e estado mental para que possam prevenir possíveis transtornos mentais comuns ou distúrbios vocais de se desenvolverem. Recomenda-se procurar ajuda psicológica e fonoaudiológica tanto para tratamento como prevenção.

Por Núcleo Web
Tags: transtorno

01/06/2017

Pesquisa do curso de Psicologia da UCPel estuda a obesidade e o ritmo biológico de crianças

Uma pesquisa realizada no curso de Psicologia da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) procurou estudar o ritmo biológico de crianças obesas entre sete e oito anos, matriculadas em 20 escolas municipais sorteadas. O trabalho de conclusão de curso foi realizado por Rafaela Souto e contou com a orientação da professora Karen Jansen.   
Foram avaliadas pelo estudo 371 crianças e seus cuidadores. Destas, 94 crianças eram obesas, sendo 52 meninas e 42 meninos. Os resultados foram relacionados a características do cuidador dessas crianças – de ser obeso - e a dificuldade na manutenção do ritmo biológico.

O estudo descobriu que a presença de obesidade nos cuidadores, bem como maior escolaridade destes, contribuem para o aparecimento de obesidade infantil. Também foi demonstrado que as crianças obesas possuem dificuldades em manter o ritmo biológico. A pesquisa ainda identificou que a cada quatro crianças, uma era obesa. Das crianças avaliadas, 52% apresentou sobrepeso ou obesidade.

A obesidade é uma doença crônica que atinge, atualmente, 41 milhões de crianças no mundo e está associada ao desenvolvimento de outras doenças crônicas como as cardiovasculares, as renais, o diabete tipo 2, a depressão, a hipertensão e o câncer. Também estudos atuais relacionam obesidade e estilo de vida sedentário, crianças com computador e televisão no quarto apresentam maior nível de gordura corporal. Quando não tratada, a criança pode ter dificuldades nas relações sociais, atividades diárias, ter alterações no sono e pular refeições.

O ritmo biológico é definido como o ciclo periódico que acontece na vida de todas as pessoas e outros seres vivos, como, por exemplo, o período do dia em que um indivíduo geralmente dorme. Esses ritmos são necessários para manter a qualidade de vida da pessoa.

Apesar de bastante abrangente, os achados do estudo não investigaram escolas particulares, o que poderia contribuir ainda mais com os níveis de obesidade infantil. Por fim, outra necessidade para possíveis estudos seria incluir crianças de outras faixas etárias.

Por Núcleo Web

26/05/2017

13 Reasons Why: Da ficção à nossa realidade

Atualmente, um dos seriados mais discutidos nas redes sociais tem sido 13 Reasons Why, lançada em março de 2017 pelo serviço de streaming Netflix. Na dramaturgia, a protagonista adolescente comete suicídio e deixa treze fitas cassetes para ser ouvidas por pessoas que ela se relacionava, cada uma contendo um motivo pelo qual a estudante resolveu tirar a própria vida. Infelizmente, o risco de suicídio não é algo raro nesta etapa da vida.

A adolescência, devido a suas diversas mudanças no desenvolvimento humano, é uma das principais épocas onde se observa maiores riscos de suicídio, necessitando de um acompanhamento de perto. Para entender melhor como funciona o processo de ideação suicida, é necessário dividi-lo em pensamento (relacionando a vontade de "não existir"), plano (como a pessoa resolve tirar sua própria vida) e a tentativa propriamente dita.

Em um estudo realizado pela Universidade Católica de Pelotas no ano de 2010, foram entrevistados um total de 960 adolescentes entre 15 e 18 anos (idade geralmente parecida com o dos personagens da série americana). Foi encontrado 7,7% de ideação suicida. Apesar de mais baixo do que em outras cidades, como Porto Alegre, o número ainda é alarmante.

Os dados apontam que estudantes que possuem mãe com baixa escolaridade, sedentarismo (jovens que não fazem exercícios físicos regularmente), uso de álcool e outras substâncias, envolvimento em brigas, bem como baixa escolaridade do próprio adolescente são fatores que podem aumentar a probabilidade de o jovem pensar em tirar a própria vida. Ou seja, jovens com maior vulnerabilidade social talvez manifestem através de outros comportamentos a ideia de fazer mal a si mesmo.

Na série, vários personagens fazem uso de álcool e outras drogas, além de serem expostos a grande violência na escola, fator frequentemente apontado pela personagem principal em suas fitas. A pesquisa realizada pela UCPel coloca que um fator importante para a prevenção do suicídio em adolescentes seria criar estratégias de prevenção que ajudem adolescentes com exposição ou que apresentem comportamentos agressivos, fazem uso de álcool e drogas e apresentem baixa escolaridade.

Por Núcleo Web

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