Um setembro repleto de reflexões e ações para destacar a importância do cuidado com a saúde mental. Assim será o mês, também conhecido como “Setembro Amarelo”, na Católica de Pelotas (UCPel) e nas demais empresas da Associação Pelotense de Assistência e Cultura (Apac). Fazem parte da programação capacitações para o público interno, postagens nas redes sociais, além de atividades do projeto de extensão Saúde Mental na Atenção Básica.

Os colaboradores das empresas do grupo Apac serão convidados a acompanhar, de forma híbrida, quatro capacitações, com o tema geral “Todos pela vida”. Em cada uma será abordada uma temática diferenciada: a valorização da vida, o impacto do retorno à rotina presencial pós-pandemia, o propósito da vida e a importância do trabalho em grupo.

Já nas redes sociais, assim como no e-mail institucional, os funcionários irão receber material informativo sobre a importância do cuidado com a saúde mental, além da indicação de lugares e profissionais onde procurar ajuda.

De acordo com a gerente de Gestão de Pessoas, Giulie da Rosa, as ações do Setembro Amarelo de 2022 no Grupo Apac vão promover espaço para diálogos e construções de rede de apoio sobre assuntos que reforçam o cuidado e a importância sobre a saúde e o bem estar. “Nosso objetivo final: lembrar a todos que ninguém está sozinho e que o poder do acolhimento está em todos nós”, destaca.

As ações internas do Setembro Amarelo do Grupo Apac são lideradas pela Gestão de Pessoas e pelo Núcleo de Comunicação e Relacionamento.

Projeto de Extensão

O projeto de Extensão Saúde Mental, ligado aos cursos de Enfermagem, Medicina e Psicologia, também está realizando ações itinerantes nas salas de espera de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nos ambulatórios do Campus Saúde, com a distribuição de panfletos informativos. Segundo a coordenadora do projeto, professora Daiana Canabarro , no dia 10 de setembro será realizada uma ação conjunta com Ligas Acadêmicas no Parque Una. “Estaremos disponíveis para escuta e orientações para todas as pessoas, principalmente adolescentes e jovens adultos”, informa a docente da Católica. Também orientam o projeto as professoras Cândida Rodrigues e Rosane Feijó.

Redação: Alessandra Senna